A monocromia nipônica, de fato, mas fascina.
O belo desfilar de suas alvas cores, me atordoa.
Vejo o branco claro de seus sóis,
O claro branco do seu dia-a-dia,
De suas mulheres,
De seus homens,
De suas crianças.
A triste agitação desses "tons" de branco.
O melancólico gargalhar dessa palidez alva.
O claro bege claro, de suas tez empalecidas
Pelos raios alvos claros de seu sol nascente.
Vai ver, a fulgurante monotonia dos trópicos,
A profusão de cores e tons,
Exalado pelos sons,
Pelos ares,
Pelos gostos,
Pelos olhos,
E principalmente,
Pelas peles desse povo,
Seja mesmo a imagem dessa desorganização.
Vejo essa bagunça,
No caminhar de uma bela mulata,
No cantar de hipnotisante de uma sereia Iara,
Na turva visão de suas ruas em tons de escuro.
Vejo a bagunça,
Nos sabores de tua mesa,
Nos acordes de tua música,
Nos batuques de seus terreros,
No lamento de seus morros,
Nos tristes pesares de teus sertões.
É tudo muito bagunçado aqui "do outro lado".
(Re)Vendo bem, a inútil chatice organizada,
De terras nipônicas, realmente me fascina.
É por isso que quem vem,
Quer voltar. E quem vai,
Realmente sente falta.
Um comentário:
monocromia nipônica?
Quem mais pra pensar nisso se não vc hein Mister!
Muito bom Fê! paguei "pau´s" =p
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