domingo, 22 de março de 2009

O Homem Quando Dorme

O sono profundo
o desliga do mundo
o corpo valente
se faz moribundo

A musa distante
de olhar penetrante
adentra sua mente
é sua no'instante

patrão que gritava
"J'ão pegue a enchada"
perdeu sua patente
que foi rebaixada.

O arroz com feijão
Com o prato na mão
Ficou diferente
Não senta no chão

O homem no sono
É o rei do seu mundo
Sem chefe, ou gerente
Em seu sono profundo

3 comentários:

Jaqueline Fernandes de Barros disse...

Eita!
Muito bom Fe, voltou com força total hein!
Gostei demais!
=)

Aglio disse...

Eu participei do vacilo em postar tal poema!

Acertou na escolha de fazê-lo =p

Lina. disse...

Salve, nego!
Parabéns pela profundidade!