O sono profundo
o desliga do mundo
o corpo valente
se faz moribundo
A musa distante
de olhar penetrante
adentra sua mente
é sua no'instante
patrão que gritava
"J'ão pegue a enchada"
perdeu sua patente
que foi rebaixada.
O arroz com feijão
Com o prato na mão
Ficou diferente
Não senta no chão
O homem no sono
É o rei do seu mundo
Sem chefe, ou gerente
Em seu sono profundo
3 comentários:
Eita!
Muito bom Fe, voltou com força total hein!
Gostei demais!
=)
Eu participei do vacilo em postar tal poema!
Acertou na escolha de fazê-lo =p
Salve, nego!
Parabéns pela profundidade!
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