terça-feira, 25 de novembro de 2008

[sem título 1]

Falta vida em nosso tempo.

Horas passam tão vazias.

Dias longos atrevesso a passos curtos

Lembro o passado, penso o futuro.

O presente, é nulo, em branco.

Vazio de agora, parece-me o vazio de sempre.

Tempo vago, vago pelo tempo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Cada vez fico mais orgulhosa do meu primo poeta...
Seus poemas são profundos e o antendimento se dá de uma maneira raza!!!!