sábado, 28 de junho de 2008

Bobinha

Do amor que sentir a calma,
Das belas aves a voar no céu,
Sentir a chama que ‘calenta a’lma,
Sorver da boca o profano mel.

Quero sentir-te tão somente e pura.
Teu seio rijo encostado ao meu,
E me perder em to’a sua ternura,
E te guiar quando estiver no breu.

Quero amar amor mais profundo,
E me apaixonar a qualquer instante.
Admirar-te com’adimiro o mundo,
E te amar com’um eterno amante.

Vou desvendar todos teus mistérios,
E me enternecer a cada descoberta.
Podes entrar, a minha casa aberta,
Não lhe conheço, só sei que lhe quero.

2 comentários:

Lina. disse...

Aí meu pretim!
Tudo de bom esse seu cantinho!
Vou ver se apareço sempre por aqui... ^^
"Poeta, poetinha camarada..."

Aquele abraço!

Até!

Henrique disse...

rimas pobres? mas muito bem escrito!