As coisas do silêncio
Que nascem e que morrem
QUe viram e que crescem
Desfazem-se em sonhos,
e em dias padecem.
O silêncio da morte
Que nasce do medo
O silêncio da sorte
Que começa no beijo
O silêncio do choro,
Que escorre na lágrima
O silêncio da música
Que vira uma página.
A luz da aurora
Que nasce da noite,
E o quente do sol
Que morre na tarde
No silêncio da alma
No nó em meu peito
Minha vida declara
Em silêncio o seu jeito
Nenhum comentário:
Postar um comentário