Onde só ouvisse o eco dos meus pensamentos
E de lá de dentro, não desejasse mais sair.
Viveria a me alimentar de sonhos, desejos, e lembranças
Não ousaria mais ansear, desejar, almejar
Queria viver a vida dos meus poemas
Que vem quando querem, e nunca se despedem
Queria encantar assim como meus versos
Tão tolos, tão simples, tão tristes, como eu
A liberdade das minhas lágrimas
que derramo ao escrever
me despertam o alívio de saber que, pelo menos,
algo em mim pode agir ao seu modo
Sem preocupar-se com nada, além de si mesmo.
Queria ser vida, ser dia, ser todos
Estar pra todos...
Mas de tanto querer,
meu querer é triste,
e a contra-gosto
prefiro ser só.
Um comentário:
Talvez, o mais belo de seus textos.
Hã? Por que?
Porque você é mais lírico, quando é você mesmo.
Salve, parceiro!
Abraço
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