"Que me perdoe, se eu insisto neste tema.
Mas não sei fazer poema, ou canção,
Que fale de outra coisa que não seja amor.
Se o quadradismo dos meus versos,
Vai de contra os intelectos,
Que não usam o coração como expressão
(...)
Mas não faz mal.
É tão normal ter desamor.
É tão normal ter desamor.
É tão cafona, sofredor.
Que eu já não sei se é meninice,
Ou cafonisse o meu amor."
José Carlos Figueiredo,
António Carlos Marques Pinto
José Ubaldo Avila Brito
2 comentários:
Belíssimo!
Se não fosse amor, não seria para nós...
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